Ex-Brasília Basquete, Jefferson Campos assume homossexualidade

junho 24, 2022 0 Por Admin

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Enquanto os olhos do torcedor do basquete do Distrito Federal estavam focados no draft de Gui Santos na NBA, uma notícia sobre um ex-jogador da bola laranja que muito atuou em terras candangas ficou discreta. O ala/armador Jefferson Campos, que atuou por 3 temporadas no Brasília Basquete, assumiu sua homossexualidade nas redes sociais no último Dia dos Namorados (12/6). A despeito de terem se passado quase duas semanas do fato, somente nos últimos dias a notícia veio à tona.

Através do colunista Menon do Portal UOL, a imprensa teve notícia de que Jeff Campos está namorando o humorista Júnior Chicó. Jeff publicou no seu Instagram a seguinte mensagem: “Feliz Dia dos Namorados, meu bem! Amo você, visse!? ❤️😍”

O post teve comentários de Rafa Moreira, que jogou no Brasília Basquete e no Cerrado Basquete e é velho conhecido do basquete local. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB), os jogadores Gustavo Basílio, Gui Deodato e Henrique Coelho, foram alguns que se manifestaram na publicação do atualmente ex-jogador.

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Ao jornalista Menon, Jeff afirmou que “fui contando para as pessoas com que convivia. Em Ponta Grossa, dividia o quarto com um companheiro de time, chamei para uma conversa e disse que não ia esconder nada, que eu era gay. Ele entendeu”, afirmou.

Divulgação instagram: Jefferson Campos

Jeffferson no Brasília Basquete

Por problemas físicos, Jefferson se aposentou das quadras em função de uma lesão no quadril. Seu último time no NBB foi exatamente o Brasília Basquete, casa que lhe acolheu na temporada 2020-2021 e antes de 2015 a 2017. Jeff foi um dos destaques do time do Brasília que ganhou a Liga Sul-Americana de 2015.

 

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Paulistano, Suzano, Mogi, Minas, Rio Claro foram algumas das outras equipes que o ex-jogador atuou. Na sua última temporada no NBB Jefferson Campos disputou 25 jogos e jogou 474.5 minutos. Jeff fez 160 pontos, 48 assistências e 31 rebotes.

Jeff se junta a um restrito grupo de atletas que se assumiram LGBTIQA+ no Brasil. Diego Hypólito, da ginástica, Maique Reis e Douglas Silva, do vôlei, e Ian Mattos, dos saltos ornamentais, são alguns parcos exemplos.

Mesmo que pesquisa do IBGE tenha revelado que o Distrito Federal tem a maior proporção de pessoas maiores de 18 anos que se declaram homossexuais ou bissexuais no Brasil, conforme números de 2019, 2,9% no DF contra 1,8% da média nacional, nenhum jogador homem de futebol que tenha atuado, na história, no futebol candango já se assumiu gay ou bissexual.

No futebol feminino a história é outra. Camilla Santos, jogadora do Cresspom, foi personagem de reportagem do Distrito do Esporte em 2020 sobre o dia do combate à LGBTfobia. Buga é outra atleta assumidamente LGBT, assim como Katielle do Minas Brasília. Dentro os diretores e presidentes de clubes de futebol candangos, nenhum também é assumidamente LGBT, idem na arbitragem e no TJD-DF. Na imprensa somente um, o subscritor desse texto. Em um post recente, de três dias, Jefferson deu o recado: Agora é tarde demais para ser reprovado… Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas… Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo… E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz. A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

 

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